Pesquisa realizada pelo psicólogo inglês, da Universidade de Leicester, Adrian White, onde os entrevistados foram questionados sobre sua satisfação, de maneira geral, com suas vidas, mostra que o país mais feliz do mundo é a Dinamarca. Entre os fatores mais questionados, estão a educação, a riqueza e a saúde.
A pesquisa revelou ainda que os países onde as pessoas passem mais tempo com os amigos, a família e mais confiam no governo e nas instituições públicas tinham maiores chances de terem cidadãos felizes.
Os dinamarqueses revelaram ter um alto grau de confiança em seus políticos e instituições públicas ficando em primeiro lugar. Já os italianos, ficaram em última posição com o índice de satisfação com a qualidade de seu governo.
O que se percebe é que o ponto crucial na pesquisa para a felicidade é a confiança em seus governantes.
De acordo com as reclamações, através de sites e com a atual realidade, se esta pesquisa fosse realizada em São Raimundo Nonato, também teria um grau muito baixo em relação o índice de satisfação da sua população com os seus governantes, o que vem provocando, de certa forma a infelicidade desta.
A modernidade permite um avanço muito grande na contemporaneidade. Hoje temos mais ferramentas para o conhecimento, pois assim como a realidade muda nós também precisamos de uma nova leitura, embora para isso seja necessário haver um processo de busca.
Esta busca e estes avanços não ocorrem sem a ação do homem, portanto é necessário também, entender e conhecer esse processo da realidade em que SRN vive hoje para que possamos partir para a mudança e ou uma nova leitura e entender o processo pelo qual nossa cidade está passando.
Partindo desse pressuposto é necessário, em primeiro lugar, que haja um início, uma procura, e entender que é dentro da totalidade da sociedade que está essa ideia de não ir além, ou seja, é comum que as pessoas ainda sejam negativistas, vivendo apenas no ostracismo, ou melhor, no afastamento das funções públicas.
A transformação da realidade é um processo diário, ninguém muda da noite para o dia. Eu acredito que só num processo histórico, essas pessoas podem vir a mudar. Para isso há que ter uma bagagem anterior, ou seja, uma caminhada, uma procura, já que para toda realidade, bem como, para toda relação é necessário um início, uma procura.
Os avanços não ocorrem sem a ação do homem, mas toda mudança deve ocorrer de acordo com a necessidade deste.
Se partirmos do pressuposto de que essa é uma situação universal e não particular, vamos entender que muitas pessoas ainda estão ligadas a costumes os quais esta foi criada, não entendendo que em tempos contemporâneos, precisamos reconstruir algo novo, particular, individual, mas sem nos desconectarmos do todo, ou seja, do universo. Precisamos entender principalmente o porquê dessa realidade, dessas críticas que agridem e desencadeiam esse processo.
Estamos às vésperas das eleições onde vamos eleger boa parte dos nossos representantes, entre eles o nosso representante maior que é o Presidente da República. Cada um deve ir às urnas com a consciência de que a função do voto é promover a mudança de uma Cidade, de um Estado e de um País.
Estaremos elegendo a pessoa que vai nos representar tanto aqui no Brasil como no exterior, para isso devemos eleger, com muita responsabilidade, aquela que realmente irá respeitar as leis e assim definir as coisas como, realmente devem ser, de modo que venham melhorar as condições de vida e o bem-estar social do povo.
O cenário da política nos mostra que houve uma evolução em relação à opinião de algumas pessoas que já podem dizer em “alto e bom tom”, como irão votar, ou seja, a sua opinião já está formada, seja por programas de candidatos na televisão, seja por conhecer o histórico do seu candidato ou ainda, por que já conhece as suas ideias e que estas estão de acordo com as necessidades do país.
Mas por outro lado vê-se que a prática de compra de votos ainda leva o nosso eleitor a mudar de opinião. Infelizmente este ato nos leva a crer que a maioria dos representantes políticos não está comprometida com os problemas da cidade onde esta, por sua vez não tem evoluído de maneira satisfatória o que torna as pessoas infelizes.
Quero lembrar que a cultura do "ter" imediato, faz com que essas pessoas vendam o seu voto, estas não resistem à tentação de ter um dinheirinho na mão, não entendendo que naquele momento estão vendendo, também a sua liberdade, seu "bem" mais importante, pois esta, a partir dali perde o poder de expressar a sua insatisfação, caso os candidatos, os quais compraram o seu voto não correspondam suas expectativas e ou cumpram com as suas propostas.
Este eleitor não tem a consciência de que naquele momento está vendendo também, tudo que possa trazer de progresso para sua cidade como: mais emprego, mais educação, mais saúde mais habitações e outros que possam manter as famílias com dignidade. Ele não tem a consciência de que ao vender o seu voto para esses candidatos que praticam esse ato infracional, está de certa forma, também infringindo a lei, e o que é mais grave é que este, ao cometer tal ato, está deixando de garantir a sua participação no desenvolvimento da sua cidade e daquilo que de certa forma, também é seu, como por exemplo, o bairro onde mora, ou até mesmo o país.
O eleitor precisa lembrar que ao vender o seu precioso voto está deixando de garantir, também a sua participação naquilo que chamamos de sociedade, ou seja, tudo aquilo que podemos fazer para uma comunidade ter melhores condições de vida, podendo assim se livrar de qualquer tipo de discriminação.
Quero lembrar que apesar de os europeus serem considerados as pessoas que mais lutam pelo “ter” os que mais “têm” não são felizes. Os jovens europeus são os que mais apresentam problemas sociais e de relacionamentos, pois estão voltados somente para o “ter”. É o que mostram as pesquisas. Em média, quatro vezes mais ricos do que seus pais e avós, o nível de felicidade deles hoje é igual ou menor do que 40 anos atrás.
O dia 3 de outubro está se aproximando e com ele o maior evento democrático, que é a eleição. É a oportunidade de você (e) leitor e cidadão consciente dá o sue voto a quem, realmente está envolvido com as mudanças, principalmente com as questões sociais, para que possamos diminuir essa tamanha desigualdade que assola o nosso país. O exemplo maior é o candidato João Vicente Claudino que paga mais de seis milhões por alguns segundo de propaganda na TV, enquanto a maioria do nosso povo não tem moradia, emprego e muitos, nem o que COMER.
Busquemos então, formas para a evolução e o progresso. Façamos valer o nosso voto. Sugiro também, assembleias de bairros, para que se descubram novos líderes, novos grupos políticos, reuniões sócio educativas para esclarecimentos de dúvidas e aperfeiçoamento de ideias, onde sejam também discutidos os problemas da cidade e as possíveis formas de resolvê-los, bem como discutir quais são os candidatos que, realmente merecem ser votados, ou seja, a conscientização para dizer NÂO a esses políticos corruptos que ganham eleição comprando voto e que, portanto, não tem obrigação nenhuma com o eleitor, pois este já sente que a obrigação que tinha com ele acabou na hora em que este pagou pelo seu voto, deixando, assim de cumprir com suas obrigações em fiscalizar, sugerir e criar projetos e ou leis que venham melhorar a vida destes cidadãos aos quais os elegeram.
Não venda o seu voto, pois este é o seu bem maior para que possa contribuir com a nossa cultura e assim com o desenvolvimento da nossa SRN, do nosso Piauí e do nosso Brasil. Lembre-se, quando você comete este ato, está tirando a oportunidade de milhares de outras pessoas que dependem do progresso da cidade e não apenas de qualquer R$ 50,00 que vai lhe servir, apenas naquele momento.
Reflita e busque também a sua felicidade.
Fonte: Notícias da Holanda - www.noticiasdaholanda.com